30 de nov. de 2011
Sobre o papel do mestre
20 de jun. de 2011
Inspiração para sempre
" O que eu entendo por amor aparece no reconhecimento claro da existência da outra pessoa, e num autêntico respeito pelo bem estar e pelo direito dos outros. ... O caminho mais razoável para amar os outros está no reconhecimento do simples fato de que cada ser vivo tem o mesmo direito e o mesmo desejo de alcançar a felicidade e de não sofrer."
Dalai Lama
28 de abr. de 2011
É a água que garante o milagre da flor
10 anos atrás, eu estava no primeiro ano de faculdade e resolvi fazer terapia. A história durou pouco mais de um ano e meio, porém uma experiência me marcou tanto que foi um orientador na minha vida por muito tempo: meu terapeuta levou pra mim um vaso com terra e alguns saquinhos de sementes. Disse que eu deveria escolher um tipo de semente para plantar uma flor. Nos saquinhos haviam fotos das plantas já grandes, e escolhi a que a mim parecia mais bonita, flores alegres e vivas. Mexi na terra, espalhei as sementes, reguei. A idéia é que a cada sessão semanal, eu molharia o vaso e veria o desenvolvimento da planta.
No início, tudo correu bem. Logo na primeira semana, nasceram os primeiros brotinhos. Eu os recebi com entusiasmo, imaginando aquela linda flor que eu havia visto na foto. Na semana seguinte, eles estavam maiores. Reguei, com grandes expectativas. Na terceira semana, cheguei contente esperando ver minha plantinha crescendo, e tudo que havia era um vaso com terra e alguns brotinhos secos. Isso serviu de tema pra meses de terapia e mais alguns anos sem ela.
A conclusão foi que, todo o tempo, eu cuidei da plantinha não curtindo o desenvolvimento dela, gradual e único, mas esperando aquela flor da foto do saquinho. Não conseguia ver o broto, somente a flor, que ainda não existia. Por isso ela não vingou. Assim eu era também na vida: trabalho, estudos, relacionamentos... vivia no mundo das fotos dos saquinhos que eu mesma projetava cada vez que iniciava algo novo. Tinha grandes filmes acontecendo na minha cabeça, e pouco acontecendo na vida real.
Há alguns meses, uma amiga me fez a seguinte pergunta: o que você acha, objetivamente, que o yoga mudou na sua vida? E pra mim a resposta foi clara: me ensinou a deixar de lado as minhas expectativas, e a viver mais cada momento. Hoje, sem dúvida, eu me sinto muito mais capaz de curtir os brotinhos, sem ficar imaginando a flor. E posso dizer que tenho vivido flores maravilhosas, porque tive paciência de esperar o brotinho crescer, regando e adubando o tempo todo.
Essa semana, as plantas me trouxeram outro insight valioso: há pouco tempo mudamos o jardim do nosso Espaço Tripé, onde dou aulas de yoga, e isso me animou tanto que tenho cuidado dele com um carinho que nunca tive antes. Em um dos vasos, a planta que estava lá anteriormente insiste em brotar, atrapalhando o desenvolvimento das novas margaridinhas amarelas. Todos os dias dou uma olhada para ver se não há novos brotos da planta antiga, e tiro as que eu encontro. E, muitas vezes, me dá uma certa pena arrancá-lo assim, pobrezinho!
Percebi então o quando isso é simbólico para o momento em que vivo hoje. Tem muita coisa mudando na minha vida. E para aceitar o novo e ver ele se desenvolver, até virar uma planta grande e vistosa, é preciso, muitas vezes, abandonar o velho. Mais isso não é tão simples, porque muitas vezes o velho não quer ir embora. O tempo todo nascem brotinhos indesejados que atrapalham o desenvolvimento do que está no presente, e dá uma certa pena arrancá-los e jogá-los fora, afinal, eles já fizeram parte de nós. Mas se não fizermos isso, em vez de uma planta grande e vistosa teremos um vaso vazio, pois um broto atrapalhará o outro e nenhum vingará. A boa noticia é que tenho conseguido manter o hábito de arrancar as praguinhas desde a raiz, lá no jardim. Espero conseguir também na vida.
Bem yogue isso, não?
Namaste!
16 de fev. de 2011
Nada é permanente
Outro dia uma aluna, que na semana anterior chegou à aula queixando-se de muita dor, me falou o seguinte: “É muito bom quando a dor passa. É ótimo quando percebemos que ela não vai ficar para sempre.” Ela vinha de uma semana difícil, com uma porção de coisas acumuladas que geraram dores no corpo, insônia, entre outros. Nessa semana recebi um email de outra aluna explicando sua ausência nas últimas aulas, com uma lista de questões físicas e emocionais que lhe tem tirado o sono. Na mesma hora me veio à mente a frase acima. Respondi dando uma série de sugestões de coisas que ela poderia fazer em casa, e terminei dizendo que o mais importante era ela perceber que, por mais difícil que estivesse sendo, era apenas uma fase, e que, portanto, passaria.
Esse tema me fez lembrar um dos maiores ensinamentos que ouvi quando fiz o retiro de meditação Vipassana: o princípio da impermanência. Nada é permanente, pois tudo está constantemente em processo de mutação. Logo, não devemos ter aversão às sensações ruins que possam surgir, pois elas também passarão.
Quando temos algum problema, a tendência é focarmos a nossa atenção nele, seja para achar alguma solução, seja porque simplesmente nossa mente gosta de problemas, é uma linda forma de “estar por cima”. Porém, quando compreendemos que “até isso passará”, seja o que for, a coisa deixa de ter tanta importância. E, consequentemente, passa mais rápido. Se aquela minha aluna tivesse dado menos importância ao seu estado naquele momento, provavelmente o problema teria sido menor. E talvez ela nem tivesse ficado tão feliz quando ele passou.
Tudo passa: dor, tristeza, angústia, decepção... Até as alegrias são impermanentes. Estão, para que sofrer tanto por elas? “ah, até parece que é assim tão simples!” É simples sim! E por isso é tão difícil!
Escrevi esse texto algumas semanas atrás, e não postei porque faltou escrever sobre a experiência que tive, coincidentemente, no dia seguinte. Estava na praia, e na volta, tive a felicidade de pegar um trânsito de 5 horas pra voltar a São Paulo, num caminho que normalmente seria feito em duas horas e meia. Foi difícil, com certeza. Mas foi muito menos difícil do que poderia ter sido se eu e meu namorado tivéssemos nos estressado com a situação. Nossa escolha foi o silêncio. Porque nessas horas, é como se estivéssemos numa TPM turbo: qualquer coisa vira motivo para discussão. Ficamos algumas horas trocando pouquíssimas palavras, simplesmente esperando que em algum momento chegaríamos em casa. E quando chegamos (sim, chegamos, a situação chegou ao fim!), minha sensação era de gratidão por termos sido, através do silêncio e da espera, tão companheiros um do outro.
Terminando, deixo aqui uma frase que gosto muito, já ouvi algumas vezes como um provérbio indiano e já até postei no blog:
“ Se o problema tem solução, então não há porque se preocupar. Se o problema não tem solução, então não há também porque se preocupar.”
Namaste!
21 de abr. de 2010
Abra o coração!!!

30 de nov. de 2009
Supta baddha Konasana

Nesta postura você vai precisar de alguns acessórios:
1 almofadão (que pode ser substituído por um cobertor dobrado de forma cilíndrica) , 1 cobertor dobrado ou almofada ou 1 travesseiro para apoio da cabeça, 2 blocos ou duas almofadas para apoio das coxas , 1 cinto para passar na base da coluna e prender nos pés. (Caso não tenha o cinto, una a planta dos pés.
- Entre na postura caso precise de maiores orientações peça ajuda ao seu professor.
- Relaxe na postura pelo tempo que você achar necessário e confortável.
- Antes de desfazer completamente, tire os pés do cinto e alongue as pernas, permaneça por mais algumas respirações .
- Para desfazer completamente deite-se para direita, fique mais um pouco e sente-se em SUKASANA.
LEMBRE-SE: Essa postura trás uma série de benefícios :
- Melhora dores de cabeça e enxaqueca ( cubra os olhos com um lenço)
- Melhora a digestão
- Indicado para cólicas menstruais e estomacais.
28 de nov. de 2009
Sorria! Você está meditando!

Recebi esse texto hoje por email, e me emocionou a feliz coincidência: Essa semana tenho meditado bastante, e uma prática que tenho feito durante a meditação, é a de sorrir. Durante a meditação, ou logo após, simplesmente sorrio. Se o sorriso não vem imediatamente, algum breve pensamento basta para que ele apareça. E a sensação no inicio pode ser um pouco estranha, mas depois, me proporciona uma paz muito grande. Foi uma necessidade que me veio de repente, a de sorrir. E agora creio que fará parte das minhas meditações sempre. Recomendo!
"Muita gente questiona se seria adequado fabricar deliberadamente um ar sorridente, durante a meditação, quando não estiver se sentindo particularmente alegre. O nosso Mestre Thich Nhat Hanh responde esta pergunta dizendo que: sorrir é uma prática.
Thây nos explica que existem mais de trezentos músculos em nossa face, e quando estamos, por exemplo, com raiva ou com medo estes músculos se tencionam, e a tensão muscular cria (e também alimenta) um sentimento de rigidez, mas se a pessoa respira e produz um sorriso, a tensão desaparecerá. Por isso, o Mestre nos encoraja a exercitar o sorriso. Diz ele: apenas respire e sorria – que a tensão desaparecerá e você se sentirá muito melhor. Ele chama esta prática de "yoga da boca".
Thây argumenta que às vezes a alegria produz um sorriso, mas também às vezes o sorriso labial provoca relaxamento, calma e alegria. Isso que dizer que tanto a mente quanto o corpo podem desempenhar o papel de líder da alegria. O bem-estar (ou alegria) é físico-mental. Por isso não espere para sorrir só quando o sentimento de alegria já estiver dentro de você. Você pode invocá-lo através da prática do sorriso meditativo.
O Mestre Nhat Hanh diz que ele não espera que a alegria esteja dentro dele pra sorrir; pois sabe que se sorrir a alegria virá depois. Ele nos conta que, às vezes, de noite quando está sozinho num quarto escuro, pratica sorrir pra si mesmo. Ele explica que faz isso para cuidar dele com amorosidade, pois ele sabe que se não for capaz de cuidar de si mesmo, não poderá cuidar de mais ninguém.
Yoga do sorriso é, portanto, uma prática compassiva, que por sua vez é uma prática fundamental e imprescindível, visto que a compaixão é o néctar da mente iluminada.
Por isso, não hesite: sorria para a vida! A paz começa com o seu amável sorriso. "
O texto veio como um desses emails que vão passando de "mão em mão" e com o tempo não sabemos mais quem escreveu... por isso, peço licença para colocá-lo aqui no blog, sem crédito. Se alguém souber de quem é, por favor me diga!
Namaste!
10 de nov. de 2009
A importância das posturas restauradoras
Adho mukha svanasana restaurador com kuruntha e blocos.
Sirshasana com kuruntha.14 de out. de 2009
O estudo do eu

10 de set. de 2009
Utthita Parsvakonasana
PARSVA – lado
KONA – ângulo
28 de ago. de 2009
Salamba Sirshasana

Por Bia Cattoni
Sirsha significa cabeça.
sistema nervoso e os orgãos dos sentidos. O cérebro é o alicerce da inteligência, do conhecimento, do dicernimento, dos desejos e do poder. É o alicerce de Brahman, a alma. Um país não pode prosperar sem um Rei ou um líder para guiá-lo, assim como o corpo humano não prospera sem um cérebro saudável.
faz com que o sangue saudável e puro irrigue as células do cérebro. Melhora a memória, a insônia, alivia sintomas de resfriados e tosse.
A prática regular e precisa de Salamba Sirshasana desenvolve o corpo, disciplina a mente e amplia os horizontes do Espírito.
20 de ago. de 2009
Utthita Trikonasana
17 de ago. de 2009
Palavras de um iniciante em suas primeiras aulas
Muitos que lerem esse post, principalmente homens, pelo menos eu pensava assim, pensarão: "Yoga é coisa de mulher". Mas após fazer algumas aulas, percebi o quão difícil é, e quanta persistência é preciso, para conseguir ficar em determinadas posições. E para quem pensa que é só um mero alongamento, está muito enganado; trabalha com todos os músculos do corpo, concentração, postura e equilíbrio.
Imaginem: um homem durão fazendo sua primeira aula de Yoga, ele começa a meditar no inicio da aula um mantra que a principio é engraçado, todos na aula estão muito concentrados. Logo em seguida começam as posições, a primeira mais simples de equilíbrio, ele já não consegue, a pessoa ao seu lado faz com tamanha facilidade que ele fica espantado. No meio da aula, ele percebe que está mais suado que o restante da sala, estranho, pensa. Na posição seguinte tenta olhar para o rosto dos colegas de sala e percebe que todos passam um semblante de paz, enquanto ele, de extremo esforço. A aula acaba, ele quase morto e todos leves e tranqüilos. Reflete com ele mesmo; "Isso não é possível, voltarei nas próximas aulas, essas pessoas não são normais, como elas conseguem?" E é o que acontece, passa um mês, dois meses, ele está mais tranqüilo, sua postura melhorou, percebe até que ganhou uns músculos, no meio das posturas olha para o lado e até sorri para os colegas.
Essa história foi apenas para ilustrar a experiência de alguém com essa prática milenar que rompeu suas próprias barreiras. Agora, se você anda estressado, irritado, arrume um tempinho, não precisa ser Yoga, faça um exercício, atividades de lazer, cuide do seu corpo e da sua mente, você merece.
Ps. Esse não é um blog de alto ajuda, mas vale a dica!
Roberto Mellão
10 de ago. de 2009
Conhecer o desconhecido
7 de ago. de 2009
Os curiosos efeitos do yoga
Por Fabiana Acosta Antunes2 de jun. de 2009
Pessoas aflitas
Não resisti em colocar essa frase do Iyengar, a forma como ele começa seu capítulo sobre os Klesas (aflições) no livro "Luz na vida". Porque , para começar a falar sobre esse tema, queria primeiro desmistificá-lo. Sim, todos passamos por isso, constantemente. E isso não é um defeito, mas um padrão natural. Agora, vamos ao assunto:
Os Klesas são as aflições da mente humana, que manifestamos através pensamentos, reações ou padrões de comportamento. Estão presentes de diversas formas, em menor ou maior proporção, no decorrer de nossa vida, e são grandes obstáculos pois nos fazem agir de maneira repetitiva e egóica e, claramente, nos levam ao sofrimento. São eles: avidya (ignorância), asmita (orgulho), raga (apego), dvesa(aversão) e abhinivesa (medo da morte).
O primeiro, Avidya, é o precursor de todos os outros. Ignorância no sentido de ignorar a verdade, ou ignorar o que é permanente e o que é efêmero. Por conta da ignorância, sentimos orgulho de tudo que é nosso. MEU. Minha ideia, minha maneira de pensar, meus filhos, meus amigos, meus bens materiais... EU sou assim, eu tenho essa maneira de agir... É o segundo klesa, asmita. A tradução para asmita é "identidade do eu". Porém, esse eu, na verdade, é o ego, e não e nosso eu mais profundo, A Ignorância nos faz confundir os dois e dar para o eu egóico uma importância extrema, uma maneira de nos protegermos do resto do mundo. "Eu sou mais eu", ou eu sou mais bonito, mais inteligente, mais (!!!) evoluído espiritualmente...
E com esse grande apego à nossa pessoa, chegamos ao terceiro klesa, Raga, que podemos chamar de apego, ou desejo. Minha ideia inicial era escrever somente sobre essa aflição, então vou me focar nela por mais tempo. Nos apegamos a tudo que o nosso orgulho e a nossa ignorância afirmam ser nosso: carros, roupas, livros, marido, namorado, amigos, familia... E isso significa que temos um grande medo de perdê-los. Nos apegamos também a ideias e sensações. Por ideais e em busca de sensações de poder, ou por medo de perdê-los, aconteceram tantas guerras no mundo. Acontecem tantas guerras todos os dias, dentro de nós. Por apego à quem somos, ou o que acreditamos ser. Se tivessemos realmente claro em nossa mente que tudo é efêmero, não teríamos tanto medo de perder entes queridos, por exemplo, pois saberíamos que a única coisa que não morre é a alma. Mas o apego está presente em situações muito mais cotidianas. Para os praticantes de hatha yoga, por exemplo, podemos nos apegar à uma sensação boa que conquistamos durante um ásana. "Hoje eu vou fazer um sirshasana incrível como o da semana passada. Foi delicioso, fiquei imóvel por cinco minutos, e era capaz de sentir cada pedaço de pele, totalmente presente". Pronto, é o apego falando mais alto. Você não está presente, e seguramente o ásana hoje não será o mesmo. Bem, a verdade é que nunca é. O problema é que o apego por experiências passadas gera frustrações e sofrimento. Eu mesma, quando escrevi há uns meses sobre a iluminação, assumi que sou completamente apegada a determinadas sensações.
O quarto klesa é um irmão bem próximo do apego, mas com características opostas: é a aversão, ou dvesa. Raga diz: "Eu quero isso, eu não quero perder aquilo". Dvesa diz: "Mantenha isso bem longe de mim!!" "Não quero sentir isso, não quero ter que passar por essa situação, detesto esse lugar, odeio aquela pessoa!!!" Mas uma vez, é a ignorância falando mais alto. Afinal, se somos todos a mesma essência, não deveríamos odiar um ao outro. Se sabemos que o ego é algo superficial, porque ficar tão ofendido com uma ideia oposta à nossa?Se sabemos que estamos em constante transformação e aprendizado, porque ter aversão à sentimentos como rejeição, solidão, derrota? Somente a aversão ao sentimento de rejeição já daria tema pra um texto inteiro, e já falei sobre isso algumas vezes por aqui.
Por fim, ó quinto e último klesa é abhinivesa, ou medo da morte. Da mesma forma que a ignorância é a mãe de todos os klesas, o medo da morte é o filho caçula, que foi criado a partir de todos os outros. Nossa identificação com o nosso ego, nosso apego à ele e nossa aversão ao desconhecido faz com que tenhamos medo de morrer. Tudo isso, porque ignoramos o que é verdadeiro.
Nesse mesmo texto, Iyengar sugere a meditação (dhyana) como a maneira de trabalharmos as nossa aflições. Aquietar a mente faz com que tenhamos uma visão mais clara da realidade. E para chegar lá, passamos por todas as outras etapas no caminho do yoga: yamas, nyamas, ásanas, pranayamas, pratyahara, dharana... É um longo caminho... Quem topa embarcar nele?
Namaste!
20 de abr. de 2009
upavistha konasana
9 de mar. de 2009
Bakasana
Atendendo ao pedido da minha aluna Fabi:
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Garudhasana

Também conhecido como postura da águia, esse ásana trabalha o tornozelo e remove a rigidez dos ombros. É recomendado para prevenir e remover câimbras nas pernas e panturrilhas. Trabalha as articulações das pernas, braços, ombros e quadril ao mesmo tempo.
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Informações tiradas do livro "Light on yoga", de BKS Iyengar.

